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terça-feira, 1 de setembro de 2009

A vida de parteiro

Minha vida de parteiro foi muito buena, acho que se um dia precisar fazer um parto no avião, na rua, num ônibus, ou outro lugar maluco onde as gestantes se enfiam a partir das 38 semanas de gestação, eu farei numa boa. Afinal de contas, não se puxa, só se apara!!!

Já dizia nosso querido Rezende: "ao cabo de penoso afã desprende-se o feto do claustro materno, que ficara ligado unicamente pelo cordao umbilical"
Ou ainda:

"a parturiente, exausta pelos esforços despendidos, passa por lapso de euforia compensadora de ter-se tanto afoucurado; relaxamento geral sobrevem, a despeito das contrações uterinas, que persistem com a mesma frequência e intensidade, apesar de indolores".

 Estágio da GO bem legal!!!

1 comentários:

  1. O único parto que fiz na vida é hoje uma figura folclórica da cidade, perambula demente pelas ruas acompanhado da mãe, outro personagem conhecido a Aidê, vendedora de loteria, ex-candidata a vereadora, e que tem fotos "eróticas", nua ao lado de uma cesta de papel higiênico usados. O nome dele é Harley JR em homenagem ao cometa que passava naqueles dias, deve ter um metro e vinte no máximo e tem barba desde os oito anos de idade. Em vista disso, nunca mais cheguei perto de parturiente...nem pretendo!

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